(comentando o post anterior)
Funciona (ou não) assim: jornal se diz melhor que a Internet por trazer informação mais apurada, de mais qualidade e credibilidade. Mas como parte do bolo publicitário, com informação porca ou não, invariavelmente foi parar na Internet, a pressão pelo corte de custos reduz pessoal e aumenta a demanda. Então neguinho, muitas vezes recém-saído da faculdade de jornalismo e cheirando a leite e maconha, term que fazer as coisas a toque de caixa, e vai logo pra fonte mais fácil… a Internet. E a informação qualificada vai para as picas.
Aí o cara, pra meio que falar que fez o seu trabalho, a sua pesquisa, procura no google e, achando a dita informação em pelo menos metade dos 10 primeiros resultados, acha que ela tá certa. Só que como a informação na Interner viaja por padrões poucos previsíveis, um hoax na wikipedia logo logo vai tomar dúzias e dúzias de sites que, pela própria definição do editor do jornal, não tem lá muito esmero na apuração da informação.
Moral da história: A veracidade da informação é atropelada pela viralidade da mesma. E, convenhamos, não é como se tivéssemos descoberto isso ontem, certo?
11/05/2009 às 2:14 pm |
[...] aí a gente remete novamente ao post anterior, e ao outro sobre desinformação. Confiamos implicitamente no Pai Google, e para os reles mortais, [...]
12/05/2009 às 9:37 pm |
[...] o conhecimento? Em parte sim, mas também dissemina e organiza o conhecimento. O volume de informação que trafega pela net, [...]